ACADEMIA MAGEENSE DE LETRAS
Novembro foi um mês ricamente cultural, ocasião em que se comemora o Dia Nacional da Ciência e Cultura, Dia da Consciência Negra e infelizmente também, de tristezas, como mês de morte da cantora Nora Ney e da escritora Rachel de Queiróz e em 24 de outubro, Dia da Música, os poetas e membros da Academia Mageense de Letras, reuniram-se na Cachoeira Grande, que em seu percurso, reside a também acadêmica, professora e poetisa Mariangela Yanase e tendo como fundo poético o verde resistente e a águas claras da catarata, brindaram a Cultura em toda sua essência musical, ecológica e poética. Mariangela Yanase preparou um Yakisoba Acadêmico, que foi devorado literalmente pelos poetas e convidados.
Após o banho de cachoeira e muitas fotos, as acadêmicas Teresa Brandão e Benedita Silva de Azevedo, acompanhadas das convidadas Marluce (Artista Plástica) e da poetisa Berenice Lemos Barcellos, juntaram-se ao presidente da Academia, professor Reinaldo José Ferreira e sua esposa Ludmila e aos filhos Júnior e Daniel, do 1º Secretário, Professor Geraldo Mattos, do produtor cultural Ricardo Medeiros e do Artista Plástico e professor de inglês Rogério Maia, do professor e ecologista Emilson Carvalho e ambientalista Marcos, onde saboreraram o Yakisoba Acadêmico, tão bem preparado pela confrade Mariangela. Após, fizeram uma breve reunião de assuntos da entidade. O professor Reinaldo levantou o porquê do encontro e da importância de sempre lembrar a Cultura, onde outros acadêmicos enfatizaram o mês e a luta da Academia em se manter como resistência literária de Magé, receberam e aprovaram como futuros membros, o poeta Rubens, apresentado por Yanase e da poetisa Berenice, indicada pelo presidente e terá como padrinho Benedita e Teresa. Ao final, por proposta do acadêmico Geraldo Mattos, os presentes fizeram uma roda de leitura, onde todos participaram. E deixando para o dia 20 de dezembro a festa de confraternização acadêmica em Mauá, na residência da confrade Benedita Silva de Azevedo.