ACADEMIA MAGEENSE DE LETRAS
Considerada uma data histórica e de grande expressão no universo da literatura, a Academia Mageense de Letras, completou no dia 26 de agosto os seus 16 anos de fundação e à comemoração ocorreu na mesma data no Plenário da Câmara Municipal de Magé em Sessão Solene, presidida pelo professor Reinaldo José Ferreira, ocasião em que também a entidade empossou mais novos quatros membros.
A festa foi prestigiada por vários segmentos da sociedade mageense, além dos próprios representantes da cultura, a platéia era constituída por professores, políticos, advogados, empresários, professores, jornalistas, comerciantes, estudantes e simpatizantes das letras de forma geral.
Na abertura o presidente convocou a entrada no plenário dos acadêmicos presentes: Antônio Seixas, Benedita Silva de Azevedo, Demétrio Sena, Francisco Antônio de Oliveira,Geraldo Machado de Mattos, Marilene Barcellos Dantas, Mariangela Yanase, Jorge da Matta Freire, Josué Delze Proença e para a mesa dos trabalhos: Teresa Brandão ocupando a primeira secretaria e Mário de Almeida Coelho, primeiro presidente da Academia. Em seguida, o presidente solicitou que os padrinhos dos futuros acadêmicos, os introduzissem no plenário, para que já assim, sentissem o clima acadêmico. Após o Hino Nacional, marcando o início dos trabalhos, os acadêmicos: Antônio Seixas, Demétrio Sena, Geraldo Mattos e Marilene Barcellos Dantas, leram um breve relato da fundação da Academia até o atual momento.
O Presidente em seu discurso frisou a importância daquele momento e saudosista lembrou os primeiros anos da existência da Academia; destacou os avanços conquistados nestes quatros anos de sua gestão à frente da Casa de Alcindo Guanabara, ressaltando, que os sucessos obtidos: o site, quatros sessões solenes de aniversário, duas de posse, dois livros lançados e participação em inúmeros eventos literários dentro e fora da cidade; é porque encontrou uma diretoria disposta à abraçar as causas das letras, juntamente com os demais acadêmicos que não desistiram do sonho de manter viva a idologia literária da Academia Mageense de Letras e, destacando, que os empreendimentos da categoria são bancados por recursos próprios, sem participação do poder público, seja municipal, estadual ou federal ou da iniciativa privada, marcando assim a indendependência do movimento literário dos escritores que formam o corpo acadêmico mageense.
O presidente afirmou também que àquela Sessão Solene marcava a estréia do uso da beca dos imortais mageenses, indumentária esta, segundo ele, que os identifica e com muito orgulho os iguala no mesmo nível e condição dentro da instituição.
O Presidente Reinaldo José Ferreira, ainda em seu discurso dissertou sobre as obras dos novos acadêmicos, afirmando, que os mesmos estavam alí, pelas qualidades de suas obras, que seus escritos revelam com realidade a identidade honesta e sincera de cada um, irmanados na verdade de caminhar e propostos à aprender e á ensinar, trocar e promover este intercâmbio com os novos parceiros do fazer cultura através das palavras escritas, que são os poetas de todas as manifestações literárias da Academia Mageense de Letras.
O primeiro a tomar posse, foi o Advogado Albino José da Silva, nome apresentado pelo confrade Demétrio Sena e referendado pelo acadêmico Agra Neto(que no dia estava hospitalizado e faleceu no dia 06 de setembro). Albino assumiu a cadeira de Alvaro Moreira. Depois foi a vez do escritor Benedito José da Silva, apadrinhado pela acadêmica Teresa Brandão, Benedito passou a ocupar a cadeira que tem como patrono Augusto dos Anjos. O pesquisador Alzir Ferreira, tomou posse tendo como patrono o Padre José de Anchieta, Alzir teve como padrinho o presidente da entidade, professor Reinaldo e por último Paulo Renato, apresentado pelo acadêmico Josué Delze Proença. Paulo Renato ocupa a cadeira que tem como patrono Humberto de Campos.
Os quatro novos acadêmicos ao assumirem, fizerem seus discursos de agradecimento à Deus, aos seus respectivos padrinhos e os demais acadêmicos pela aprovação de seus nomes e mostraram conhecimento sobre os seus respectivos patronos, fazendo um breve relato de suas vidas e obras, proporcionando aos presentes uma grande aula de literatura brasileira.
O evento foi encerrado com todos entoando o Hino de Magé e em seguida, servido um coquetel de confraternização literária aos convidados.
Durante o evento registrou-se telegramas e ofícios enviados por autoridades, como: Presidente Lula, a Dra. Maria Izabel Holanda Daibert - Juíza de Direito da Comarca de Magé, Ângela Lomeu (Secretaria de Educação e Cultura de Magé), Dr. Antônio Vicente da Costa Júnior - Procurador Geral da Justiça do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.